quinta-feira, 1 de julho de 2010

CINCO COISAS QUE EXISTEM NO INFERNO E FALTAM NA IGREJA




"A parábola do rico e Lázaro”

Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado.
E no hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro, no seu seio.
E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.
E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.
E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venha também para este lugar de tormento.
Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
E disse ele: Não, pai Abraão, mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e os profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

Lucas 16.19-31


A parábola é muito simples e nos mostrar o contraste de duas existências, a vida de dois homens, vivida no mesmo espaço de tempo, porém em ambientes e condições completamente distintas. Um muito rico e abastado e outro em completa miséria e ainda leproso. Um se fartava com os seus bens, enquanto o outro, desejando saciar a sua fome, desejava um pouco dos restos da mesa do rico, onde o seu único refrigério era os cães, que lambiam as suas chagas.

Mas, o que eu quero abordar, nesta oportunidade, não são as vidas destes dois homens, mas o pos morte. Quero chamar a sua atenção, para cinco comportamentos, aqui vistos no inferno; mas que gostaríamos de vivenciar mais na igreja, no coração dos nossos irmãos:


1º - E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.

O olhar dos frequentadores da igreja de hoje não estão na vertical, mas na horizontal, pois só buscam as coisas terrenas. A bíblia diz: Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. (Colossenses 3.1-3).
Devemos olhar mais para as coisas do Alto.


2º - No inferno alguém teve sede de refrigério, certamente se tivesse ouvido a palavra de Deus, não estaria nesta situação.

E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. (Lucas 16.24)

Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. (Amós 8.11)

Quanta falta de sede pela Palavra vemos na igreja de hoje, mas no inferno haverá sede.


3º - No inferno alguém, ainda que de forma tardia, teve espírito evangélistico, querendo dar um testemunho, não de salvação, mas querendo evitar, que os seus irmãos, se perdessem como ele.

E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunhp, a fim de que não venha também para este lugar de tormento. (Lucas 16.28)
Hoje nas igrejas, os testemunhos, não são de salvação, mas sim de bênçãos materiais.
Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. “Notem bem que Jesus ao chamar um jovem para segui-lo; o jovem disse: Senhor deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o Reino de Deus. (Lc-9:59,60).


4º - No inferno alguém, não quer apenas enterrar os seus mortos, mas evitar que eles morram, pregando para que eles se arrependam.
Na igreja, poucos são os que se importam com os seus parentes não salvos, tão pouco fazem grande esforço para levar-lhes a Palavra ou oram por seu arrependimento.

Porém, Abraão lhe disse: Se não ouve a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.


5º -No inferno ainda há arrependimento. (Não é tudo, que nos precisamos encontrar na igreja?). No inferno ainda se tem sede de refrigério. No inferno se deseja evangelizar. No inferno ainda se da um bom testemunho. No inferno, se compadece dos perdidos.





Fonte: Presbítero Fábio / http://www.genizahvirtual.com/

2 comentários:

  1. Caro amigo e Pastor Elias Santana,
    Graça e Paz!

    Tremenda esta postagem. Que o Senhor Deus continue abençoando grandemente sua vida.

    Nos Laços do Calvário

    Gutemberg Maciel

    ResponderExcluir
  2. Amado pastor Elias,
    A paz.

    Visito,pela vez primeira,este seu espaço e me deparo com uma preciosidade que é esta postagem.
    Ricos e pobres, impios e justos,confrontados lá nas cercanias dos céus.
    Enquanto isso, aqui na terra,aqueles ávidos por riquezas materiais, profetas manipuladores e falseadores da Palavra de Deus, psicologastros chinfrins, fazem uso da sugestionabilidade e da catarse para ludibriar os irmãos incautos. São aqueles pastores indígnos, importadores da fraudulenta e falaciosa teologia da prosperidade,que se juntam aos seus finórios seguidores, alguns até, acionados pela justiça e com várias passagens pela policia americana, para se locupletarem, partilhando ganhos obtidos através da venda de material subversivo,que solapam as Verdades contidas no genuíno Livro Santo.
    Todavia,aquele pequeno profeta de Deus, um simples boieiro e cultivador de sicômoros, os alerta,dizendo que Deus fará vir súbita destruição sobre o "forte" e ruína contra a fortaleza (Am 4:9),

    Diz o profeta Amós, àqueles "fortes" luxuriantes: "Aborreceis na porta ao que vos repreende e abominas o que fala sinceramente. Portanto visto que pisais o pobre e dele exigis tributo de trigo, não habitareis nas casas de pedras lavradas que tendes edificados, nem bebereis do vinho das vides desejáveis que tendes plantado" (Am 5:10,11).
    O tributo de trigo refere-se às ofertas "voluntárias" apregoadas e publicadas para satisfação pessoal daqueles pérfidos profetas.(Am 5:5).

    Amado pastor,eis o que ocorre no tabernáculo de Moloque,onde está aquele deus-estrela de "9 pontas" Renfã, idolatrado pelos deturpadores da Palavra, aqueles que buscam, avidamente, as riquezas materiais :

    1)só coisas terrenas são buscadas;
    2))a verdadeira Palavra de Deus não é ouvida; 3))não existe o espírito evangelístico e sim a indução satânica para captar seguidores;
    4)não se prega arrependimento.

    Deus não permitirá, por mais tempo, que a devassidão por dinheiro, ocasione os male supracitados, nas igrejas onde Ele se faz presente.

    Graça e paz
    Alberto Couto Filho

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